Eu juro solenemente só cometer maldades.
domingo, 17 de abril de 2011
E o vento soprava as minhas lembranças os momentos tórridos do possível sofrimento do dia em que disse adeus não com palavras o que era obvio, pois se tivesse sentido o meu perfume no ar e o contraste dos meus olhos teria revogado tal feito de sumir e não voltar fazendo com que aquela frase ridícula persistisse na minha pele inteira: ...vai ser como se eu nunca tivesse existido ele teria dito isso se pudesse, mais a sua coragem falha apenas indagou de que eu sempre seria o fruto proibido, aquilo que ele jamais poderia saber como lidar nos momentos de chuva, o ser que ele não saberia como não amar verdadeiramente no pôr do sol, o beijo que ele não saberia como recusar nas noites de insônia e aquele rosto que ele se negaria a contemplar no sol mais escaldante já posto no céu, ele nunca permitiria partir se tivesse cogitado isso na sua mente que se dizia cheia de fragmentos do mundo, mais estava mais vazia que um garoto no seu quarto escuro ouvindo sua musica favorita the only exception esperando alguma coisa acontecer naquela sua vida sem estrelas na dimensão do seu universo vazio, mais ainda assim nada aconteceu a ambos nem ao garoto solitário, nem a você que tinha recusado ao amor e nem a mim que tinha mordido mais uma vez a maça simbólica da vida.
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