Eu juro solenemente só cometer maldades.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Titanic.

Estávamos correndo mais uma vez do senhor valete, ele nos perseguia desde do amanhecer, ou desde do dia que decide me revoltar e assumir meu destino com jack, enfim...


Estávamos nos tuneis daquele navio, quando encontramos um lindo carro e foi quando tudo começou meu mundo havia se desfeito e o que passava de frustações pelas comportadas moças e senhoras e seus galantes hipócritas esposos e rapazes da época havia sumido da minha mente, o que restava agora era o som abafado do meu coração e o do jack batendo forte e nossa respiração ofegante, eu estava calma tranquila mais minha pele pegava fogo eu havia me tornado chamas em combustão enquanto jack tremia como uma criança que sai de um banho frio posta ao vento do final de uma tarde, sorrimos e choramos, naquele momento era como se minha vida se unisse a dele, como se o meu coração batesse no mesmo ritmo e intensidade que o dele, tínhamos nos tornado um só e isso era magico para mim uma pessoa frustada de uma vida de luxo onde o que contava eram as contas bancarias e o bom nome.

O som dos cães de guarda que o meu suposto futuro esposo contratará havia chegado e mais uma vez fugimos eu adorava o perigo de ser pega, de estar ao lado dele.

Chegamos ao ponto onde nos encontramos da primeira vez onde eu era a arrogante mulher que queria morrer e ele jack era o anjo que estava tentando me salvar fumando um cigarro, nos beijamos e todo o meu corpo tremeu em reação ao toque do dele, meu estomago estava girando e a única coisa pela qual tinha consciência é que eu e meu corpo não queriam parar de beija-lo não queríamos deixar os lábios dele e todo sua essência.

Posso agora descrever o som do gelo caindo, se partindo como pedaços de vidros enormes, chocando-se contra a madeira resistente do navio, ficamos assustados e fomos ver o estrago que o iceberg tinha causada e ouvimos como se unhas estivessem passando por um quadro negro, mais o som era muito mais assustador, tínhamos percebido o navio iria afundar.

A água estava gelada, como ele mesmo havia dito era como se mil adagas invadissem todo meu corpo, eu nunca tinha suportado tanta dor, nem quando meus pulmões eram sufocados pelo espartilho e faziam com que eu sangrasse as vezes, aquela situação era muito pior ali estava eu em alto mar sobre uma mesa que flutuava nas águas congelantes e seu amor posto ao seu lado dentro da água tentando te acalmar, ver o que você mais acha precioso lutando para viver e não poder fazer nada além de esperar, eu não tinha mais forças para questionar, nem lutar, eu queria poder ajuda-lo como ele estava fazendo comigo mais jack era teimoso, não tinha o questionar com ele, eu sabia que era provável que nos dois morreríamos mais so de ter isso no pensamento que ele morresse antes que eu já me assombrava.

ROSE: Jack, troque de lugar comigo, sinto que sua respiração esta faltando.

Jack: Não seja tola Rose estou bem, já disse sei como se sair bem nessas águas, fique bem quetinha e tente não se agitar logo alguém chegará para nos ajudar.

Rose: eu sinto que vamos morrer, eu não quero morrer já que encontrei você jack, não depois de tudo que passamos.

Jack: você não vai morrer meu amor, ainda vai ser bem feliz, vai viver muito tempo, ficará bem velhinha e contará para seu netos e bisnetos o que passou. Me prometo uma coisa?

Rose: prometo o que?

Jack: prometa ser feliz, mesmo que custe muito para você fazer, prometa seguir em frente e me prometa não morrer.

Rosa: (sorri) prometo.

Um som agora surgia na minha mente e ele estava cada vez maior e mais agudo abre meus olhos haviam ainda estrelas no céu negro da tristeza de tantas mortes, era um barco tinha plena certeza que era ajuda, olhei para jack que parecia estar sorrindo e o balancei com forma mais seus olhos não abriram, sua pele tinha se tornado gelo e agora não sentia mais seu coração, meu amor havia partido e me deixado, minha existência, o sangue das suas veias parará de bombear seu coração e ele agora não era mais meu e sim do mar, o beijei e deixei que ele fosse entregue ao oceano, com ele deixei meu coração ir consola-lo nas profundidades do infinito, nessa hora tive forças e lutei contra meu próprio corpo até o barco de ajuda e fui salva.



Essa é uma pequena Homenagem que fiz ao filme, eu que escrevi tudo por tanto deve estar mega horrível mais espero que tenha entendido o que eu senti nessas cenas que pode apresentar.

Um comentário:

Thaís. disse...

nun tem nada, de horrivel, ficou bem diferente, sei lá, o jeito que vc fala dos 2. é tão empolgante. deu até vontade de assistir again...rs' gostei mt. hehe. *__*