Eu juro solenemente só cometer maldades.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ao som abafado da calmaria das arvores la estávamos eu e você, lidando com o ódio que se escondia nos olhos um do outro, não nos tocávamos mais, não gostávamos nem precisávamos dos abraços, as lagrimas não saiam, mais ainda sim necessitávamos do beijo um do outro. Somos tão simples quanto poesia e fácil de amar como qualquer doce magia enquanto o sabor de mel permite-se ficar, na verdade transbordamos de mel e nossas vidas funcionam dessa forma, com pausa, comerciais, trilha sonora e as gravações de corta o tempo todo, você prefere TV eu prefiro Filme, você se pergunta quem sou eu e a única coisa que sai da minha boca é meu nome, eu pergunto a verdade você diz procure mais sobre mim, eu corro você se alimenta eu sinto fome você me beija, as folhas caíram no momento que mais uma vez deixamos a pausa de lado e continuamos nossos filmes em que no meu eu sou o protagonista fugindo de si mesmo e você o que se procura em outros espalhados por ai, de tanto estarmos juntos mesmo distante nossos perfumes se misturaram e só quem sente a fragrância e entende somos nos mesmos.
Eu tenho medo de amar, você já ama diferente rebobinando o filme nos cinemas e procurando as palavras e as tentando entender todos os dias, segundo alguns mistérios que a vida te proporciona um deles é saber que nossas mentes não funcionam numa exatidão de mais e sim ,se completam em cada atitude não parecida e parecida, por mais que ele machuque ela e ela sofra por ele, eles sempre estarão juntos e não mais pela dor que é o fim de tudo mais pela pele e o DNA que cedo um deixou no outro e não falamos de marcas na pele ou na camisa e sim na alma pois esse é impossível de se retirar, impossível de se manchar e impossível de se sujar com a carne. Enquanto olharmos e sentirmos o sorriso brotar em cada gesto e em casa palavra um do outro haverá amor, mesmo que para isso eu morra ou você fique vivo o resto da vida sozinho.

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