Eu juro solenemente só cometer maldades.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ele desapareceu , ela sumiu e assim suas vidas continuaram durante um bom tempo, todos os estilhaços partidos no chão foram se desintegrando e ela foi percebendo que durante os dias de nevoa ele não mais pensava nela, ela sabia quem ele era exatamente ao ponto de ver seu antepassados nos seus olhos, ele não sabia que ela o entendia tão quanto ele mesmo, por mais que ele sentisse falta dela os dois nunca mais se veriam, nunca mais conversariam nem sorririam um para o outro quando algo de bobo acontecesse.


Ela fazia falta para ele porem ele nunca percebia isso, já ele andava não fazendo falta mais a ela e ela não percebia isso, e assim a mistura de pó a vento se desfez e tudo continua por muito tempo inquieto e silencioso.

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