E as feridas estão mais uma vez abertas todos os fins voltaram como um turbilhão de palavras,atitudes e despontamentos...
Você mais uma vez me fez me sentir como uma fagulha do mais puro e talvez vil nada, aquela madrugada tornava-se mais fria do que já era e o toque nada mais era do que um ice Berg se chocando com outro ice Berg maior e mais indestrutível o que sobrou mais uma vez? Palavras...
E do ice Berg? Estilhaços de gelo cintilando momentos do passado que não deixamos esquecidos e que nossas estruturas emocionais fizeram questão de rever, talvez nossa própria consciência queria acreditar que acabou que nossa vida tinha que seguir rumos diferentes e que não importasse o quanto um tinha magoado o outro, as lagrimas que surgiam não se tornavam nada além de água salgadas numa pele petrificada por uma madrugada que tevi um fim sem final e sem felicidade,sem sofrimento e sem questionamento, apenas um fim que se dava ao tempo ou ao momento.
Adeus? Questionam-se? Não o adeus não existe, não existe uma distancia para isso nem ao menos um porque verdadeiro dela, ou existe? Enfim, isso termina aqui numa noite gelada e sem vida. Morre o que não nasceu.

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